quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Espero (. . .)


Espero não esperar muito mais para reaver o meu sorriso, o 'meu' eu, os meus sentimentos, a minha vida, o meu amor próprio, a confiança que já nao tenho (...)

Espero pelo dia em que vou respirar de novo e sentir algo a bater cá dentro (...)

Espero pelo abraço de alguém em que possa confiar (...) embora nunca mais vá confiar em alguém o suficiente para que me abrace realmente (...)

Espero que o tempo cure aquilo que nao pode apagar (...) O tempo nao pode apagar o que sinto, nem a ferida que hoje sangra, mas pode cicatrizá-la e curar o amor (...) A cicatriz pode ficar, viverei com ela e aprenderei a conviver com ela, contando que fará parte de mim para sempre, Quanto ao amor, posso guardá-lo quando curar, e talvez adorar alguém, sim, a amizade poderá ajudar (...)

Espero pelo dia em que me vou sentir 'eu', um novo eu que nao será nem o verdadeiro nem o de agora, mas sim a junção que tentarei fazer das duas (...) o 'eu' dele que agora era o meu 'eu' verdadeiro, e o 'eu' que fui verdadeiramente até o 'eu' dele aparecer e me tomar (...)

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